estudos

Indicadores de RH: melhore sua gestão com dados atualizados

Fazendo um retrospecto da história, pare e pense: será que é possível progresso sem crise? Existe crescimento pessoal ou profissional sem mudança? Com exceção de alguns poucos casos isolados, a resposta é não. A história recente também confirmou isso – vivemos um momento conturbado, porque o baque econômico se intensificou com o desnorteamento político. Assim, desde o ano passado, algumas práticas começaram a ser mais recorrentes: redução do quadro de colaboradores, contenção de investimentos em capacitação, diminuição de salários, necessidade de novas estratégias para atrair e reter colaboradores. Com influências diretas no departamento de Recursos Humanos, o setor teve que focar em uma boa gestão para driblar as adversidades, analisando prioridades e novos caminhos.

Passado o choque inicial, o momento traz novas perspectivas para aqueles que estiverem dispostos a rever suas estratégias e buscar direcionar a empresa na tomada de boas decisões. O novo Estudo Indicadores e Práticas de RH 2017, realizado pela Carreira Muller, pode ser um grande aliado nesta empreitada, porque traz um panorama sobre os desafios e oportunidades que o ano irá proporcionar para o RH, com dados colhidos em entrevistas com mais de 1000 empresas de diversos setores e regiões do país.

Conheça alguns dos dados que você poderá acessar no estudo e que poderão ajudar o RH a ser mais estratégico e contribuir efetivamente para que as empresas possam sair fortalecidas da crise:

Acordos coletivos

Uma tendência evidenciada pelo estudo é o fato de grande parte dos acordos coletivos serem fechados prevendo aumentos salariais escalonados, com um aumento de 6% entre as médias nacionais de reajustes escalonados de 2015 e 2016. Esta é uma boa prática, pois possibilita uma administração mais estratégica dos salários, na medida em que a remuneração dos colaboradores de níveis hierárquicos mais altos pode ser negociada com base em critérios mais interessantes para a empresa, como a avaliação de desempenho, incentivos vinculados às metas, benefícios diferenciados, entre outros.

Evolução salarial 

No estudo de indicadores também analisamos a evolução salarial do mercado por segmento, região e nível hierárquico. Os dados apurados nesta análise possibilitam a correção das tabelas salariais de forma mais precisa do que a simples aplicação dos acordos coletivos, pois, embora eles sejam feitos sobre os salários das pessoas, aplicar o mesmo índice diretamente na tabela salarial pode criar faixas salariais inflacionadas ao longo dos anos e fazer a empresa perder o comparativo com os valores reais encontrados em uma pesquisa específica de mercado. É fundamental acompanhar os números, caso a caso, antes de qualquer tomada de decisão sobre o assunto!

Atração e retenção de mão de obra

A dificuldade em atrair mão de obra é semelhante ao ano passado. O que se relaciona com o fato de que as pessoas já empregadas estão com mais receio de aceitar novas propostas, e assim, o risco de diminuir o quadro de funcionários caiu, em 2016. Outro dado que chama a atenção é a correspondência entre a atração e retenção de pessoas, de acordo com os níveis e setores. Está mais fácil atrair diretores e profissionais de TI, porque quem está fora do mercado aceita salários menores, e está mais fácil retê-los por causa da instabilidade do mercado em geral.

[MÍDIA AUSENTE]

 

Quer se planejar e organizar as novas conquistas de 2017?


Baixe nosso Estudo e tenha acesso ao material completo!

Receba nossos materiais e publicações

Carreira Muller | Construindo Sentidos