A contratação na era da Geração Y

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A contratação de jovens profissionais, pertencentes à Geração Y, pode ser um desafio para algumas empresas. Isso acontece pela dificuldade em acertar na escolha do perfil profissional e pessoal de cada candidato e também em reter aqueles que, de acordo com diversos estudos, gostam de trocar de emprego constantemente em busca de novos desafios e crescimento profissional.

Por esses motivos, algumas empresas ainda relutam em contratar esses profissionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, uma pesquisa divulgada pelo governo recentemente revelou que a estatística de desemprego no país se manteve em 6,7%. Diante da crise, o número foi comemorado por alguns setores e especialistas. No entanto, a taxa de desemprego entre os jovens fica bem acima da média nacional geral. Para pessoas entre 20 e 24 anos esse número é de 12,2%. Se a margem for ampliada para pessoas com idade entre 16 e 24 anos o valor salta para 14,5%.

De acordo com estudiosos que comentaram a pesquisa, o desemprego é maior entre essa faixa etária pela má reputação que construíram ao longo do tempo.

Apesar de serem considerados criativos, dispostos e conseguirem desenvolver diversas atividades ao mesmo tempo, os jovens da Geração Y também têm a fama de serem impulsivos, muito informais e não mostram muito respeito pela hierarquia. Por isso é preciso que as empresas adaptem seu processo de seleção à realidade vivida por esses jovens. Um exemplo disso é como as redes sociais podem ser utilizadas para fazer um processo de seleção prévio e evitar chamar para uma entrevista pessoal quem não tem os mesmos valores da empresa.

Uma boa dica para a empresa que precisa analisar candidatos jovens e não olhar apenas o currículo, mas também acessar as redes sociais. O LinkedIn é a principal ferramenta profissional utilizada para a procura de emprego e também para a divulgação de vagas. No entanto é recomendável verificar a coerência entre o que postado nessa rede social e em outras mais pessoais como Twitter e Facebook.

Numa era em que muitas das informações pessoais e profissionais estão disponíveis online, é preciso adaptar o processo seletivo a essa nova realidade.

 

 

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