Ano difícil, segundo previsões, 2015 exigirá criatividade do RH

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Algumas análises feitas por importantes instituições nacionais e internacionais apontam que o ano de 2015 não será muito bom para o Brasil na área econômica, o que pode refletir na geração de emprego. Afinal, quando a economia não vai bem as empresas produzem menos, vendem menos, contratam menos e, claro, têm menos recursos para investir, exigindo assim, maior criatividade  do setor de RH.

Esse cenário pouco animador para o próximo ano foi pintado pelo banco americano Morgan Stanley. De acordo com um relatório divulgado pela organização financeira, o mercado de trabalho vai estar em queda no país em 2015, resultando em uma taxa de desemprego de 6,1% e em uma redução de 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto).

Alguns analistas também apontam que o próximo ano não será favorável para os aumentos salariais e concessões de bônus. Janeiro deve começar com expectativa de ajustes na economia, o que deixa o cenário mais instável e as empresas mais cautelosas para conceder aumentos, benefícios e contratar.

Qual o papel do RH neste contexto?

Caso esse cenário realmente se confirme, o setor de Recursos Humanos ganhará ainda mais destaque. Afinal, se as previsões são essas, as organizações se encontrarão diante de grandes desafios. Algumas questões precisarão ser respondidas: como motivar os colaboradores sem recursos financeiros? Como manter ou aumentar a produtividade sem conceder aumentos de salários?

Embora a responsabilidade por esses temas não ser totalmente do RH, a área tem muito a colaborar para que os problemas decorrentes da contenção de investimentos não aconteçam.

“O clima organizacional, a relação com os colegas de trabalho e o líder, além de políticas que promovam o bem-estar do funcionário são fatores levados em consideração. É importante lembrar que nem todo incentivo financeiro é efetivo”, explica o gestor de marcas da Carreira Muller, Emerson Costa.

Ainda de acordo com o profissional, diante desse cenário é importante que uma estratégia de carreira e remuneração esteja bem definida. Isso permite que os gestores enxerguem a companhia com um todo, vendo os profissionais que estão acima da média de mercado, as áreas que estão defasadas, os profissionais críticos que podem deixar a companhia por conta de não terem como trilhar uma carreira, entre tantos outros pontos.

Ter um plano de carreira e remuneração é uma estratégia que mantém os profissionais chave, dá a possibilidade de enxergar, se necessário, os pontos a serem cortados e garante a economia financeira a curto e médio prazo, com a Remuneração Total alinhada com o mercado durante a possível crise que possamos passar.

 

Carreira Muller | Construindo Sentidos

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