O que considerar antes de implantar o Home Office na sua empresa?

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Estudo aponta principais tendências sobre a prática no mercado brasileiro

A tecnologia mudou a maneira como interagimos com objetos, lugares e pessoas – e quando falamos em relacionamentos, ela parece ter feito isso tanto pessoal quanto profissionalmente. Recentemente, o Citrix Landscape 2020,  estudo da empresa de software Citrix, mostrou que a tecnologia tem modificado e deve modificar ainda mais o mercado de trabalho mundial, consolidando tendências já existentes, mas que ainda não são realidade na maioria das empresas.

O Home Office

Uma dessas vertentes é o Home Office que, apesar de ainda vista com receio, poderá se tornar padrão em um curto espaço de tempo. Segundo a pesquisa, até 2020, 50% dos profissionais trabalharão de casa, seguindo os padrões legais. Trabalhar remotamente já é uma realidade em outros países, como no caso do Reino Unido. A tecnologia facilitou bastante esse processo, possibilitando os profissionais a trabalhar tranquilamente de forma remota, desde que sejam implementados critérios de segurança. E a modalidade parece agradar: dados da pesquisa mostram que, mundialmente, 43% dos trabalhadores gostariam de ter mais flexibilidade no trabalho e muitas grandes empresas já possuem políticas de Home Office. Esta opção é muito benéfica principalmente nas grandes cidades, onde o transito caótico é difícil e cansativo.

Outros pontos que influenciam muito nessa percepção positiva do Home Office é a possibilidade de se ter horários mais flexíveis, estar mais próximo da família, enfim, ter mais qualidade de vida. “O equilíbrio entre vida pessoal e profissional se torna uma preocupação cada vez maior tanto para funcionários quanto para empregadores. E atuar remotamente é uma ótima alternativa”, explica Fabio Bertoli, Consultor de Remuneração da Carreira Muller, empresa que acaba de lançar um estudo sobre o tema. Segundo Bertoli, o intuito de reunir informações a respeito do tema foi entender como o mercado brasileiro se posiciona perante essa prática, analisando a abrangência do programa nas organizações, suas regras, políticas, impactos e dificuldades encontradas na sua aplicação. Participaram da pesquisa 300 empresas nacionais e multinacionais que operam em todo o território brasileiro. Entre os segmentos pesquisados estão Autopeças, Máquinas e Equipamentos, Serviços, Siderurgia e Metalurgia, entre outros.

Abaixo listamos alguns insights desse material:

Formal ou Informal?

A informalidade ainda é uma realidade quando se avalia o Home Office. A visão geral das empresas que participaram do estudo aponta que em apenas 15% delas o Home Office é uma prática formal, definida por uma política. Em outros 15% delas apesar de ser formal, a prática não segue uma política própria, mas sim diretrizes corporativas. No restante, quase 70% dos casos, a prática é informal e as definições são baseadas em determinações de gestores e funcionários.

Elegibilidade

Quando a questão é analisar quem se encaixaria nesse formato de trabalho, os números apontam que a área e o nível de atuação do colaborador interferem (95%). Entre as unidades da empresa que podem seguir essa tendência estão filiais, com 4%, eescritório corporativo, com 32%. A maioria, com 64%, refere-se a ambos os casos, dependendo da área e nível do profissional.

 Áreas e Níveis

Entre as Áreas elegíveis ao Home Office, o RH ocupou a 4ª posição, com 50%, atrás de áreas administrativas (56%), comercial (55%) e vendas (55%). Já os Níveis são mais determinantes que as áreas, tendo em vista que quanto maior o cargo, mais chances de trabalharem remotamente: Gerentes (90%), Diretores e Alta Gerência (77%), Coordenadores (66%) e Vice-Presidência (60%).

Implementação

62% das empresas respondentes apontaram que contam com uma versão piloto do projeto Home Office, e nas 38% restantes ele já está implantado. Nestas, a implantação é recente, tendo acontecido em menos de 5 anos (69%).

Regras, Auxílios e Benefícios

Regras

As empresas não costumam restringir a quantidade ou periodicidade de dias que seus colaboradores fazem Home Office, determinação que deve ser alinhada entre funcionário e gestor imediato.

Das organizações participantes, 84% disseram não haver restrição de quantidade de dias que o colaborador pode trabalhar em casa, desde que aconteça de maneira controlada pelo funcionário e seu gestor. A flexibilidade quanto a esses dias serem fixos também é grande: para 92% não é necessário determinar o dia da semana em que o trabalho remoto irá acontecer.

Equipamentos e Tecnologia

Entre os principais equipamentos fornecidos estão: Notebook (96%), Acesso remoto (75%) e Celular da empresa (73%).

Ajuste Contratual de Trabalho

Não houve mudanças contratuais em 86% das empresas.

Para saber se os equipamentos são fornecidos gratuitamente pela empresa e se há reembolso pelo uso do telefone particular, acesse o estudo clicando aqui.

Jornada de Trabalho

70%, ou seja, a maior frequência de funcionários que realizam o Home Office são isentos do controle de jornada. Quer saber como é feita a apuração do horário quando o trabalho é remoto? Ou se ele passa a ser flexível quando em Home Office? Clique aqui e tenha acesso ao Estudo completo

Dificuldades

Apesar dos benefícios que a prática estabelece, alguns pontos são indicados como preocupantes na gestão do trabalho à distância. Entre eles estão a Dificuldade de estabelecer comunicação clara com equipe (25%), Falta de aceitação da prática pela equipe (23%) e Problemas para profissionais organizarem suas atividades quanto em Home Office (23%).


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Carreira Muller | Construindo Sentidos

 

1 Comentário

  1. felipe disse:

    Gostei muito do que li aqui no seu site.Estou estudando o assunto,Mas quero agradecer por que seu texto foi muito valido. Obrigado 🙂

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