Reajuste nos benefícios é tendência

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A desaceleração da economia e a inflação em alta estão influenciando as negociações salariais entre empresas e colaboradores. Para evitar um grande aumento na produção e não tirar o poder de compra dos funcionários, uma das alternativas é corrigir os valores dos benefícios oferecidos.

De acordo com um levantamento do jornal Folha de S. Paulo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), aumentos em benefícios como tíquetes alimentação, cesta básica, vale compras e benefícios sociais (auxílio creche, auxílio educação, medicamentos com desconto) chegam a até 42% em algumas categorias profissionais.

A vantagem para empresas que optam por tal negociação é evitar o aumento de encargos como FGTS, 13° e contribuição previdenciária. Já os funcionários, passam a ganhar um pouco mais para continuar a movimentar a economia, mesmo que a diferença não vá para o holerite . Como alguns setores querem limitar o teto do reajuste salarial, o aumento de benefícios mostra-se uma saída que agrada a maioria.

Em Goiânia, o reajuste na alimentação chega a quase 40%, enquanto o salarial chega a 9%. Em São Paulo, Bahia e Distrito Federal o reajuste salarial tem um índice parecido, também em torno dos 9%, enquanto o de alimentação varia entre 20% e 30%.

Para informar-se sobre o que é melhor para cada situação, estudos de mercado são necessários. Entender no que outras empresas do mesmo setor e região estão investindo é um caminho para entender a economia e qual caminho ela está tomando. Assim, previne-se a sensação de ser pego de surpresa quando alguma instabilidade parecer comprometer planos futuros.

Com pesquisas de remuneração também é possível saber se a empresa está apta a reter os talentos que possui, além de chegar a um consenso que beneficie a todos. Assim, a organização estará preparada para qualquer capricho que a situação econômica do país possa criar.

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