Estudo Perfil da Mão de Obra

 

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Ao passar o mouse em cima dos gráficos, você também pode acessar informações complementares. 

Boa leitura!

 

Análise Gênero Nível/Ramo

Os dados levantados neste estudo mostram que o segmento de Bens de Consumo é o que apresenta melhor inserção de mulheres, se comparado com Autopeças, por exemplo, que registra o pior cenário para as profissionais.

Apesar disso, se compararmos a situação atual das mulheres no ramo de Bens de Consumo com a presença delas neste mesmo segmento em 2016, houve perda de espaço em todos os níveis.

Mesmo com essas oscilações, ainda podemos concluir que esse segmento apresenta maior representatividade entre o público feminino, provavelmente, porque há maior incentivo às políticas de diversidade de gênero em diversos níveis da estrutura da empresa.

 

Análise Gênero Nível/Região

De maneira geral, ao olharmos para os dados levantados por região, observamos que Belo Horizonte tem representatividade diminuída, com pouco equilibro entre trabalhadores do sexo feminino e masculino.

Em contrapartida, para níveis executivos (diretoria e gerência), a Grande São Paulo e a região do ABC trazem os melhores indicadores da presença da mulher no organograma das empresas. Já a Bahia, por exemplo, não apresenta resultados tão animadores – lá a força de trabalho feminina nesses níveis ainda é pouco expressiva.

 

 

Análise Gênero Setor/Ramo

Resumidamente, os setores de maior destaque para a presença de mulheres nas equipes são:

  1. RH
  2. Comércio Exterior
  3. Jurídico

Por outro lado, os setores que registram a menor participação da força de trabalho feminina são:

  1. Ferramentaria
  2. Manutenção
  3. Logística

 

Análise Gênero Setor/Região

De acordo com nossa análise, independente da região, a presença da mão de obra feminina é mais expressiva em setores administrativos (analistas, técnicos, assistentes). Quando migramos para regiões com poucos escritórios corporativos e mais fábricas e linhas de produção, encontramos menor concentração média de profissionais do sexo feminino.

Em outras palavras, a maior convergência de mulheres no eixo Rio de Janeiro – São Paulo é explicada pela capilarizaçao dos escritórios e fábricas pelo país.
A forte presença feminina no administrativo também pode ser facilmente comprovada pelas pesquisas do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indicam a maior escolarização de mulheres, tanto no ensino superior como na frequência escolar regular.
Ou seja, geralmente, funções administrativas demandam formação superior e, como as mulheres dominam as pesquisas sobre nível de instrução, acabam ocupando parte considerável das vagas neste nível.
Segundo o Censo Demográfico de 2010, do IBGE, a proporção de mulheres com nível de instrução superior é maior do que de homens:

 

 

Quando analisada a proporção de pessoas de uma determinada faixa etária que frequenta escola no nível adequado, conforme o sistema educacional brasileiro, as mulheres também dominam:



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