A mulher no mercado: por que precisamos ser mais otimistas

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Neste Dia Internacional da Mulher, temos bastante a comemorar. Afinal, o espaço da mulher no mercado de trabalho vem se transformando à medida que vamos evoluindo. 

No mundo moderno, as mulheres estão cada vez mais multitarefas e sendo desafiadas a conseguir equilibrar diversos papéis no dia a dia: de mãe, esposa e profissional. As mulheres romperam diferentes barreiras no mercado de trabalho e chegaram a carreiras profissionais até então concentradas no público masculino. Hoje, são técnicas, gestoras, executivas e empreendedoras (no ano passado, nós publicamos aqui no blog, quais são as quatro características que fazem as mulheres dominarem o RH).

Números comprovam isso. Segundo levantamentos da Carreira Muller, que analisaram a distribuição de homens e mulheres em cada nível profissional dentro das empresas que fazem parte da base de dados, fica nítida a presença cada vez mais expressiva de mulheres em diversos níveis das corporações. Ramos como o de eletroeletrônicos, que possuem expressiva porcentagem de mulheres nos níveis operacionais, reforçam a demanda por mão de obra feminina por serem trabalhos que exigem mais atenção concentrada, ao invés de força física.

Têm destaque também as empresas de Bens de Consumo, que mantém bons índices na comparação entre homens e mulheres por níveis. Se comparar com outros ramos, é o grupo que possui mais representantes femininas nos cargos em geral, e esse dado é constante, se mantém sempre acima de 21%, o que traduz o investimento das empresas em políticas que promovem a igualdade entre os gêneros. E esta tem sido uma preocupação frequente nas corporações: instituir políticas que orientem a atração, o recrutamento e a promoção de lideranças femininas.

Outro exemplo, que pode ser citado a partir dos dados levantados, é referente ao cargo de Analista, que em 44% dos casos é ocupado por mulheres. Por ser uma função que exige formação acadêmica, evidencia o expressivo investimento das mulheres em capacitação para preencher determinadas vagas, mas essa mudança é bem significativa não apenas para o cargo de analista. “Quanto mais avançarmos nesse nível, mais chances teremos de ascender na carreira de média de gestão. E assim, passo a passo, podemos mudar o cenário das mulheres no mercado de trabalho, porque a falta delas em cargos mais altos não significa, necessariamente, a perda de espaço, e sim, a larga escala de oportunidades para crescimento”, afirma Maisa Diniz Pena Pirota, consultora de Pesquisa de Remuneração da Carreira Muller.

Confira aos dados sobre a presença da mulher no mercado:

 

 

 

 

 

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